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01/09/2019

01 de setembro: Dia do Profissional de Educação Física

Comemoramos a data com um bate-papo com o assistente técnico da equipe do Vôlei Ribeirão, Gullit Pádua, ex-aluno da Unaerp
Ribeirão Preto

Com mais de 40 anos de história, o curso de Educação Física da Unaerp oferece aos seus alunos poliesportivo, piscinas, academia, salas de ginástica, salas de musculação e quadras. A completa infraestrutura do curso que é destinada também a atletas e equipes patrocinadas pela Unaerp.

Além disso, oferece curso de Licenciatura com duração de três anos e possibilidade de completar o Bacharelado com mais um ano de estudo. Em quatro anos o aluno poderá ter duas habilitações e atuar em todas as áreas da profissão.

Para celebrar o dia do Profissional de Educação Física, comemorado neste dia 31/08, convidamos o assistente técnico da equipe do Vôlei Ribeirão, Gullit Pádua, formado em licenciatura em 2015 e bacharel em 2016, para falar sobre sua experiência com a profissão e a Unaerp.

Unaerp (U) – O que te levou a Educação Física?
Gullit Pádua (GP) – Aos 14 anos fui pra São Paulo realizar o sonho de ser atleta profissional de vôlei. Participei de algumas equipes, joguei por São Bernardo, Itapeva, Araçatuba e aos 22 anos, resolvi voltar para casa e retomar os estudos. Foi quando escolhi a Unaerp e nesse momento decidi que gostaria de continuar perto do esporte, implantar nos meus alunos os sonhos e realizações que o esporte me proporcionou.

U – Conte um pouco sobre o seu dia a dia.
GP – Atuo dentro da equipe do Vôlei Ribeirão, como assistente técnico, auxiliando o técnico nas sessões de treinamento. Além da equipe profissional de Ribeirão, trabalho com uma equipe master na cidade de Cravinhos, com dois times universitários masculino e feminino. Minha rotina é bem corrida e estou sempre ocupado, por conta das sessões de treinamento e finais de semana com os jogos e campeonatos amadores que participamos.

U – Qual o papel e a importância do profissional de educação física?
GP – Penso que a emoção seja o principal papel da Educação Física, pois é ela que constrói a nossa história. Além disso, levar o atleta e sua performance ao máximo, exigindo comprometimento e luta para que consiga o maior tempo possível se manter no topo.
Destaco também a preocupação com a saúde e o bem-estar e as lições de relacionamento em grupo, cumplicidade e responsabilidade.

U – Qual o tipo de profissional o mercado espera? E qual o maior desafio da profissão atualmente?
GP – Acredito que a responsabilidade seja essencial na Educação Física. Costumo dizer que os profissionais têm o poder de qualificar as pessoas, seja um atleta, um aluno escolar, um praticante de musculação, um dançarino ou um lutador. E isso está diretamente ligado a conduta que o profissional usa para ensinar e preparar essas pessoas. Seu aluno é aquilo que você idealiza.
Dessa forma, o grande desafio da profissão, é alinhar saúde e bem-estar aos caminhos que nos levam a essa qualidade.

U – Você continua apaixonada pela sua profissão? O que mais te encanta na área?
GP – Sou apaixonado pela Educação Física e seu poder de transformação. Vivenciar a evolução dos alunos e contribuir com a construção da sua história é a coisa mais bonita que um ser humano pode proporcionar ao seu semelhante.


 Assistente técnico da equipe do Vôlei Ribeirão, Gullit Pádua