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27/08/2019
Unaerp (U) – O que te levou a Psicologia?
Maria Fernanda Almeida (MFA) – Quando finalizei o Ensino Médio, ainda não havia definido qual curso iria fazer na graduação. Fiz um ano de cursinho e durante o primeiro semestre, após ler várias revistas sobre profissões e conversar muito com minha mãe, decidi que faria psicologia, porque eu queria uma profissão em que a ajuda ao próximo fosse realizada de forma direta e pessoalmente. Além disso, as revistas diziam que a psicologia é uma profissão com amplas áreas de atuação, apresenta um mercado de trabalho aquecido e pode proporcionar uma carreira profissional promissora. No segundo semestre de 2012, ainda durante o cursinho, comecei a realizar psicoterapia, devido a questões pessoais e para ter um contato com essa profissão, antes de iniciar o curso de graduação.
U – Conte um pouco sobre o seu dia a dia.
MFA – Me formei em dezembro de 2017 e durante um ano, participei do Programa de Aprimoramento Profissional de Psicologia e Promoção de Saúde no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. A partir de março deste ano, comecei a divulgar meu trabalho como Psicóloga Clínica e a estudar para concursos públicos. Atualmente, estou com cinco pacientes. Ainda não consigo me sustentar com o que ganho da clínica, mas me realizo em cada atendimento, por estar fazendo aquilo que escolhi. Eu realizo atendimentos psicoterápicos na abordagem Cognitivo Comportamental e para poder me apropriar cada vez mais dessa forma de trabalho e atender meus pacientes da forma mais responsável e adequada, realizo, quinzenalmente, supervisões com uma psicóloga especialista nessa abordagem, e uma vez ao mês, participo de um grupo de estudos sobre Terapia Cognitivo Comportamental. Meu dia-dia é dividido em atender meus pacientes, estudar cada caso e estudar para os concursos que estão aparecendo.
U – Qual o papel e a importância do profissional de psicologia?
MFA – É proporcionar um ambiente acolhedor e sigiloso, onde será construída uma relação terapêutica saudável, para que, então, seja possível auxiliar o indivíduo a compreender sua forma de funcionamento, através da sua história, valores, crenças e pensamentos, contribuindo, assim, para uma maior percepção de si mesmo e dos recursos necessários para lidar com os conflitos, internos e externos. Cabe ao psicólogo ser mediador do processo de mudança da pessoa. A psicoterapia é um trabalho em dupla ou grupo, e não unilateral, no qual o profissional dará as coordenadas para que o paciente melhore de seus sintomas. O papel do psicólogo é atuar em conjunto com o paciente, para que ele se torne um o sujeito mais ciente de si e do ambiente que o cerca. Afinal, o autoconhecimento tem um valor especial para o próprio indivíduo, pois uma pessoa que se ‘tornou consciente de si mesma’, por meio do processo terapêutico, está cuidando de sua saúde mental. A importância do profissional de Psicologia está no fato de oferecermos um espaço de cuidado, onde nos propomos a ouvir sem julgar, cuidar com ética e estarmos disponíveis para participar do processo de transformação das pessoas.
U – Qual o tipo de profissional o mercado espera? E qual o maior desafio da profissão atualmente?
MFA – O mercado espera um profissional que esteja sempre se atualizando, estudando e aperfeiçoando sua forma de trabalho. O maior desafio da profissão atualmente é conciliar um satisfatório desenvolvimento profissional (de carreira) com a crise financeira. As pessoas procuram profissionais que possuem diversas pós-graduações, cursos, publicações, e que ofereçam um serviço de baixo custo. Elas não estão erradas por buscarem isso, mas para o profissional de psicologia, principalmente aquele que está iniciando sua carreira, há muita cobrança de experiência, títulos e conhecimento, que na maioria das vezes, é oferecido por empresas privadas. Como ser justo com a sua formação profissional e cobrar um preço acessível a todos?
U – Você continua apaixonada pela sua profissão? O que mais te encanta na área?
MFA – Continuo apaixonada pela profissão. A cada atendimento me certifico da escolha que fiz em 2012. O que mais me encanta na área é a quantidade de formas em que podemos auxiliar as pessoas a cuidar da saúde mental.

Maria Fernanda Almeida, formada em 2017
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