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28/10/2013
Ao caminhar pela Praia de Pernambuco é possível avistar uma pequena ilha em meio ao belíssimo mar de Guarujá. Mas diferente do que se pensa, a Ilha dos Arvoredos é muito mais que um cartão postal da Cidade. Localizada a 1,6 quilômetro da praia, a Ilha reúne projetos ambientais e científicos e um passado bastante pitoresco.
História – O local inspirou o sonho de vida de Fernando Eduardo Lee, um engenheiro brasileiro filho de imigrantes americanos que recebeu da Marinha Brasileira a concessão da Ilha para fins científicos. Entre as décadas de 50 e 60, Fernando Lee transformou o que era apenas um rochedo em uma ilha habitável, auto-sustentável em energia e água potável. Fernando Lee também instalou na Ilha dos Arvoredos as primeiras placas de captação de energia solar do país e um sistema de captação de água da chuva, que era armazenada em caixa d´água em formato do foguete Saturno V (que levou a cápsula Apollo 11 à Lua, em 1969).
Antes de falecer, Fernando Lee cria uma Fundação para dar continuidade a seus projetos científicos, com o lema de “Pesquisa em benefício da Humanidade”. Atualmente, a Ilha dos Arvoredos é administrada pela Fundação Fernando Lee e Universidade de Ribeirão Preto UNAERP – Campus Guarujá, que juntas realizam projetos de recuperação de documentos históricos para que o acervo de Fernando Lee e os projetos realizados na Ilha sejam disponibilizados a visitantes e moradores da Baixada Santista.
Estrutura – Com mais de 37 mil metros quadrados de extensão, o interior da ilha reserva belezas naturais e arquitetônicas surpreendentes. A começar pelo marco inicial: um gigantesco pássaro Fênix, construído em concreto com 71 toneladas, que dá apoio a um sistema de guindaste que é a única forma de acesso dos visitantes ao local.
Pesquisas científicas – Dentro da missão de Pesquisa em Benefício da Humanidade, a Fundação Fernando Lee, em parceria com a UNAERP, vem desenvolvendo estudos na Ilha dos Arvoredos. Um dos primeiros projetos de pesquisa na Ilha dos Arvoredos foi o Acervo Fernando Lee, que permitiu o levantamento, organização e digitalização das fotografias antigas e projetos de pesquisa da Fundação. Dessa forma, houve o resgate do acervo histórico da grande obra de Fernando Lee na Ilha dos Arvoredos.
Atualmente, outros três projetos estão em andamento, conduzidos pelo professor André Camilli Dias, biólogo e mestre em Ciências, docente da UNAERP Guarujá e Responsável Técnico-Científico da Ilha dos Arvoredos, que pertence a Fundação Fernando Lee. Para ele, “iremos dar continuidade ao legado de pesquisas feitas por Fernando Lee por mais de 40 anos no local com energias alternativas, água-de-chuva, ecologia e biomassa de forma educativa, para que essas ações sirvam de exemplo permitindo que outros locais possam desenvolver essas práticas sustentáveis”, ressalta o pesquisador.
Projetos de Pesquisas em Andamento
Diagnóstico do Meio Biótico
Tem como objetivo identificar todas as espécies da Flora e Fauna da Ilha dos Arvoredos a fim de entender as fragilidades e potencialidades do meio biótico para auxiliar nas pesquisas desenvolvidas na ilha.
Água-de-chuva para consumo humano na Ilha dos Arvoredos
Tem como objetivo principal desenvolver pesquisas com diferentes formas de captação da água-de-chuva e de sistemas de filtragem e tratamento para potabilidade, além de avaliar diferentes formas de armazenamento da água-de-chuva, de acordo com tipos de uso que envolvem o consumo humano, limpeza geral e irrigação.
Em Agosto de 2013 iniciou o monitoramento mensal da qualidade da água em conjunto com pesquisas de captação de água-de-chuva, armazenamento e tratamento para potabilidade. Essas coletas foram analisadas pelo Laboratório de Recursos Hídricos da UNAERP e somente dois parâmetros não atenderam as exigências da Portaria 2914/2011 do Ministério da Saúde: Cloro Residual livre e Fluoreto, demonstrando que sistemas simples de tratamento podem garantir a potabilidade da água-de-chuva da Ilha dos Arvoredos, servindo de exemplo para localidades que sofrem com a falta de água para consumo humano.
Viveiro de Mudas Nativas da Mata Atlântica
Tem como objetivo a criação de um Viveiro de Mudas com diferentes espécies Nativas da Mata Atlântica e também com Plantas Medicinais. Está prevista também a recuperação do Bromeliário Augusto Ruschi – conhecido como “Recanto das Bromélias”, fundado em 1960 por Fernando Lee, que mantinha diversas bromélias e orquídeas no local de forma educativa.
Shangri-Lee
Criação do Núcleo Experimental de Sustentabilidade chamado Shangri-Lee para dar continuidade às pesquisas de Fernando Lee ao longo de mais de 4 décadas na Ilha dos Arvoredos e em homenagem ao nome carinhosamente utilizado por ele quando se referia ao local, em alusão ao filme Horizonte Perdido e Shangri-La: um lugar paradisíaco e encantado, onde o tempo parece deter-se em ambiente de felicidade, saúde e de convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências com a natureza.
Shangri-Lee atuará em cinco grandes áreas: Pesquisa Científica e Educação Ambiental; Plano de Marketing e Captação de Recursos; Parcerias Institucionais; Programas de Geração de Renda; Visitação e Vivências. Diminuir ao máximo o consumo de combustíveis fósseis e substituí-los por fontes renováveis como as provindas do Sol e Ventos é uma das metas de Shangri-Lee.
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